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20/01/2026

Como ficou a economia dos EUA no primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump

Primeiro ano de Trump 2: economia dos EUA mantém estabilidade, mas riscos de longo prazo preocupam analistas



O primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos terminou com um cenário econômico que, à primeira vista, demonstra continuidade mais do que ruptura. Apesar de um ambiente político marcado por conflitos, declarações controversas e decisões de impacto internacional, os principais indicadores econômicos permanecem semelhantes aos herdados no início do mandato: desemprego baixo, consumo resiliente e inflação ainda elevada, porém em trajetória gradual de desaceleração.

Indicadores econômicos mostram pouca mudança no curto prazo

Dados compilados por veículos internacionais indicam que a taxa de desemprego segue próxima de mínimas históricas, enquanto o consumo das famílias continua sustentando a atividade econômica. O mercado financeiro, embora volátil em alguns momentos, manteve desempenho sólido ao longo do período, refletindo a força estrutural da economia americana e a influência de fatores que antecedem o atual governo, como políticas monetárias e ciclos globais .

Analistas ressaltam que economias do porte dos Estados Unidos possuem forte inércia, o que significa que mudanças presidenciais raramente produzem efeitos imediatos nos indicadores macroeconômicos. Grande parte dos resultados observados no primeiro ano ainda reflete decisões tomadas em administrações anteriores e a atuação independente do Federal Reserve.


Inflação persiste e custo de vida segue como principal preocupação

Embora haja sinais de desaceleração inflacionária, a inflação continua sendo um dos principais problemas percebidos pela população. Pesquisas de opinião mostram que muitos americanos sentem dificuldade com o custo de vida, especialmente em itens básicos como alimentação, moradia e energia, o que ajuda a explicar a avaliação crítica de parte do eleitorado em relação à economia, apesar dos números oficiais estáveis .

Esse descompasso entre dados macroeconômicos e percepção popular tem sido um dos pontos centrais do debate econômico no país, indicando que crescimento e estabilidade estatística não se traduzem necessariamente em alívio financeiro para as famílias.




Instabilidade política pode gerar efeitos retardados na economia

O aspecto mais sensível do primeiro ano de Trump 2 não está nos números atuais, mas nos riscos acumulados para o médio e longo prazo. A retomada de políticas comerciais agressivas, tensões diplomáticas, incertezas regulatórias e conflitos institucionais levantam preocupações sobre impactos futuros em investimentos, cadeias produtivas globais e confiança internacional nos Estados Unidos .

Especialistas alertam que esse tipo de instabilidade costuma aparecer nos dados econômicos com atraso, podendo resultar em crescimento mais lento, inflação mais resistente ou perda de competitividade externa nos próximos anos.



Continuidade econômica, incerteza política

Em síntese, o primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump foi marcado por uma economia resiliente no curto prazo, mas envolta em um ambiente político que gera dúvidas sobre a sustentabilidade desse desempenho. A estabilidade atual contrasta com os riscos estruturais que se acumulam nos bastidores, tornando os próximos anos decisivos para avaliar se a economia americana conseguirá manter sua força ou se sentirá, mais adiante, os efeitos das escolhas feitas agora.




Seis universidades com curso de medicina em Goiás podem ser punidas pelo MEC após avaliação negativa

Seis universidades com curso de medicina em Goiás podem ser punidas pelo MEC após avaliação negativa

Seis universidades com curso de medicina em Goiás podem ser punidas pelo MEC após avaliação negativa

Fonte: g1

Seis universidades de medicina devem ser punidas pelo Ministério da Educação Seis universidades, faculdades e centros universitários de Goiás que tiveram resultados ruins na avaliação dos seus cursos de medicina podem ser punidas pelo Ministério da Educação (MEC). Essas instituições foram submetidas ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) , em 2025, que avalia a qualidade do ensino, e obtiveram notas consideradas insatisfatórias.

✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp As notas do Enamed vão da faixa 1 à 5, sendo as três mais altas consideradas satisfatórias pelo MEC. As instituições mal-avaliadas em Goiás e os respectivos polos de ensino, que receberam notas 1 e 2 no exame, foram: Nota 1 Faculdade Zarns - Itumbiara Unicerrado - Goiatuba Centro Universitário Alfredo Nasser (Unifan) - Aparecida de Goiânia Universidade de Rio Verde (UniRV) - Goianésia e Formosa Nota 2 Universidade de Rio Verde (UniRV) - Aparecida de Goiânia e Rio Verde Faculdade Morgana Potrich (Famp) - Mineiros Centro Universitário de Mineiros (Unifimes) - Trindade e Mineiros De acordo com o MEC, os cursos que obtiveram notas 1 e 2 no exame serão submetidos a ações de supervisão da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do ministério.

Entre essas ações estão: Nota 1: suspensão de ingresso de novos alunos ou redução de ofertas de vagas, de acordo com percentuais de desempenho nessa faixa; e suspensão da participação no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em outros programas federais. Nota 2: redução de vagas ou proibição de aumento de vagas; e suspensão da participação no Fies no caso dos cursos com 40% a 50% de concluintes proficientes.

Sede do Ministério da Educação, em Brasília. MEC vai adotar medidas em relação aos cursos de medicina que tiveram notas 1 e 2 no Enamed Angelo Miguel / MEC LEIA TAMBÉM Médica fala sobre atender mais de 80 pacientes em plantão: ‘Atendo com o máximo de atenção’ Curso de medicina da UniEvangélica tem a melhor nota de Goiás, aponta Inep Cinco estudantes de medicina têm bolsa integral cancelada após prefeitura apontar irregularidades Avaliação nacional O Enamed é a modalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para os cursos de medicina.

Ele permite o aproveitamento de seus resultados nos processos seletivos de programas de residência médica. O MEC informou que 351 cursos de medicina de todo o país participaram do Enamed no ano passado.

Desses, 304 pertencem ao Sistema Federal de Ensino, que inclui as instituições públicas federais e as instituições privadas. Desse total, 67,1% tiveram conceito satisfatório (notas 3 a 5 do Enade).

Outros 99 cursos (32%) obtiveram conceito nas faixas 1 e 2. O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou, por meio de nota, que o objetivo do exame é fornecer um diagnóstico da formação médica no país, mostrando as instituições que estão tendo um bom desempenho e as que precisam melhorar.

Em nota divulgada em seu perfil do Instagram, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) destacou que nenhum curso de medicina de Goiás recebeu a nota máxima (5) no Enamed e afirmou que os resultados revelam os danos da "abertura indiscriminada de escolas médicas", sem o suporte técnico e prático para a boa formação de novos profissionais. O Conselho defendeu, ainda, a implementação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina (ProfiMed), cuja proposta de criação tramita no Congresso Nacional.

O objetivo da avaliação, segundo o Cremego, seria analisar mais profundamente o ensino médico. O g1 procurou as instituições de ensino citadas na reportagem, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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