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28/01/2026

Camelos em fazenda do Jalapão que encantaram a web eram usados para passeios turísticos no Rio Grande do Norte

Camelos em fazenda do Jalapão que encantaram a web eram usados para passeios turísticos no Rio Grande do Norte

Camelos em fazenda do Jalapão que encantaram a web eram usados para passeios turísticos no Rio Grande do Norte

Fonte: g1

Camelos descansando em fazenda do Jalapão encanta a web Os camelos que encantaram a web em fazenda do Jalapão já foram usados em passeios turísticos no Rio Grande do Norte, segundo reportagem da TV Anhanguera. Os animais vieram para o Tocantins em abril de 2024 e são mantidos de forma regular em uma fazenda situada em Rio Sono, em trecho que faz divisa com Lizarda, no leste do Tocantins, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).

O órgão informou que, do ponto de vista sanitário, foram conferidos a Guia de Trânsito Animal (GTA) e os demais documentos exigidos. LEIA TAMBÉM: Camelos descansando em fazenda do Jalapão encantam a web; vídeo Dono de jato de R$ 80 milhões, sertanejo Juliano conta que se inspirou no pai para ser piloto: ‘Despertou um sonho em mim’ Miss, educadora física e pesquisadora: conheça a indígena que representará o Tocantins no Miss Brasil Mundo Camelos são vistos em propriedade que fica no Jalapão.

O vídeo dos animais descansando na fazenda repercutiu nas redes sociais ao mostrar os quatro camelos, uma cena incomum, já que não é comum encontrar essa espécie no Tocantins. O morador que fez o registro se mostrou surpreso ao encontrar os animais: “É diferenciada.

Até camelo tem aqui”, comentou. Camelos são vistos descansando em fazenda no Jalapão.

Divulgação/Instagram Jalapão_online O g1 não conseguiu contato com o dono da fazenda. Entenda a diferença entre ‘dromedário e camelo’ Segundo o biólogo Claudio Montenegro, dromedários e camelos são parentes, mas se diferenciam pela quantidade de corcovas, que são as curvaturas no dorso.

“Os camelos (Camelus bactrianus) têm duas corcovas, enquanto os dromedários (Camelus dromedarius) possuem apenas uma”, disse. De acordo com o biólogo, camelos e dromedários foram importados para compor acervos de zoológicos, atrações de circo e outras atividades.

“Eles são originários da Ásia, da África e do Oriente Médio. Há algum tempo, era possível importar esses animais, mas hoje a legislação proíbe.

Ainda existem, porém, animais que são fruto dessas importações antigas. Eles vieram para acervos de zoológicos e para fins de atração circense.

Muitos resorts do Nordeste também importaram para oferecer passeios nas dunas”, explicou. Segundo o Ibama, o dromedário consta na lista de espécies isentas de controle para fins de operacionalização, conforme a Portaria nº 2.489/2019.

De acordo com o órgão, a espécie é considerada “doméstica”. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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22/01/2026

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

Fonte: g1

Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Freepik/Reprodução Sair para passear é um dos momentos mais esperados do dia para cães e gatos. É quando eles exploram cheiros, gastam energia e interagem com o mundo.

Mas o que para os tutores parece apenas uma caminhada tranquila pode esconder riscos que começam no chão e terminam diretamente nas patas dos animais. No interior paulista, como na região de Presidente Prudente, onde o calor costuma ser intenso durante boa parte do ano, o cuidado precisa ser redobrado.

📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Em entrevista ao g1, o médico-veterinário André Arruda orientou sobre os principais cuidados que devem ser tomados com as patas dos pets durante passeios ao ar livre: Atenção rigorosa ao horário: É fundamental monitorar os horários de passeio, especialmente em épocas de calor intenso; Temperatura do solo: Em horários específicos, o asfalto e as calçadas podem ficar extremamente quentes; Prevenção de lesões: O contato com o solo em altas temperaturas pode gerar lesões graves e grande desconforto para os pets; Prioridade para períodos frescos: Os tutores devem sempre priorizar os passeios na parte da manhã ou durante a noite; Clima agradável: Nestes horários (manhã e noite), tanto o clima quanto a temperatura do solo são mais seguros e agradáveis para as patas dos animais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O veterinário explicou o motivo no qual o principal erro dos tutores é não observar a temperatura do solo.

“Em horários específicos, o asfalto e as calçadas estão muito quentes. Isso pode gerar lesões e desconforto para os nossos amigos de quatro patas.

[O ideal é] Sempre priorizar passeios pela manhã ou à noite, quando o clima e a temperatura do solo é mais agradável”, orientou André. Ainda segundo ele, as queimaduras nas patas podem variar de leves a graves, sendo divididas em três tipos.

1º Grau: A pata fica avermelhada, inchada e quente ao toque, causando desconforto e fazendo o animal mancar; 2º Grau: Surgem bolhas e áreas úmidas, indicando lesão em camadas mais profundas da pele; 3º Grau: É a mais grave, com perda de tecido e pele escura ou esbranquiçada. Em alguns casos, o pet sente menos dor inicialmente devido à destruição das terminações nervosas.

O médico veterinário André Arruda, de Presidente Prudente (SP), explicou quais os cuidados com as patas dos pets em passeios ao ar livre André Arruda/Arquivo Pessoal LEIA TAMBÉM Batata-doce do interior de SP ganha destaque em pesquisa premiada com o 'Oscar da Gastronomia' Etanol sobe quase 11% nos postos de combustíveis de Presidente Prudente VÍDEO: escorpiões caem de ar-condicionado e quase atingem bebê que brincava dentro de casa em Presidente Venceslau Aulas da rede municipal de Presidente Prudente começam em 9 de fevereiro; confira o calendário de 2026 'Perigos invisíveis' Além do calor, existem ameaças que não são visíveis a olho nu. Parasitas, fungos e bactérias podem ser portas de entrada para riscos invisíveis à pele dos animais durante passeios em grama, areia e locais úmidos.

Um dos problemas mais comuns é o bicho-de-pé, que pode se alojar entre os dedos ou nas áreas mais macias das patas, causando dor e inchaço. A larva migrans, conhecida como “bicho-geográfico”, também preocupa.

“Ela penetra na pele e provoca coceira intensa, vermelhidão em forma de linhas ou trilhas, além de desconforto. O animal costuma lamber ou morder excessivamente a região”, contou o veterinário.

Já as infecções por fungos e bactérias são comuns em ambientes úmidos e podem causar mau cheiro, secreção, descamação e escurecimento da pele entre os dedos. Para o tutor, a principal dica é observar o tempo de melhora da lesão.

“Irritações simples costumam melhorar em um ou dois dias, após a limpeza e o descanso. Quando há coceira intensa, dor progressiva, secreção, mau cheiro ou piora com o passar do tempo, é forte indicativo de infecção ou parasita”, alertou André.

Um risco frequente acontece quando o pet pisa em cacos de vidro, pregos ou espinhos. Mesmo parecendo algo simples, tentar remover o objeto em casa pode agravar a situação.

Outro comportamento que pode parecer inofensivo, mas não é, é a lambedura constante das patas após os passeios. Essa ação pode evoluir para a chamada dermatite por lambedura.

A orientação que o veterinário dá é bem clara e objetiva: "Se o 'pet' machucou a patinha, leve imediatamente ao veterinário". Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Pixabay/Reprodução Mobilidade O cuidado com as patas vai muito além de evitar feridas.

Ele também está diretamente ligado à mobilidade, especialmente em pets idosos. "As patas são a base de sustentação do corpo e qualquer dor, ferida ou inflamação faz com que o 'pet' mude a forma de andar, para aliviar o desconforto.

Com o tempo, essa compensação altera a postura, sobrecarrega outras patas e gera desgaste precoce das articulações. Em animais idosos, isso pode acelerar quadros de artrose, rigidez, dificuldade para levantar, subir degraus ou caminhar por longos períodos", explicou o veterinário.

Segundo André, unhas grandes, calos, rachaduras e infecções crônicas interferem na pisada correta, aumentando o risco de quedas e perda de equilíbrio. "Cuidar das patas é uma forma de prevenção de dores crônicas e perda de mobilidade, especialmente na terceira idade", disse.

Queimadura ou alergia? Muitos tutores confundem queimaduras por calor com reações alérgicas causadas por produtos químicos usados na limpeza de calçadas e condomínios.

Para diferenciar, a queimadura térmica acontece logo após o contato com o chão quente. Os sinais costumam surgir rapidamente, ainda durante ou logo após o passeio: "Geralmente, a lesão é mais intensa nas áreas que tocam diretamente o solo, como os coxins".

Já a reação alérgica ou química, ocorre após contato com produtos de limpeza, desinfetantes ou solventes usados em calçadas e condomínios. Nesse caso, os sinais podem aparecer horas depois, não necessariamente durante o passeio.

Na dúvida, a recomendação do médico é lavar as patas com água corrente, impedir que o animal lamba a região e procurar atendimento veterinário. Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Pixabay/Reprodução Primeiros socorros Se o pet se machucar longe de casa, o tutor deve agir com calma.

O ideal é apenas limpar o local com água ou soro fisiológico, proteger com um pano limpo e evitar que o animal apoie a pata. O que não deve ser feito, segundo o veterinário, é passar pomadas caseiras, pó de café, açúcar, talco, álcool, água oxigenada ou iodo.

"É muito importante o tutor se conscientizar que sempre a primeira opção é levar o 'pet' ao medico veterinário, antes de tomar qualquer medida em casos de emergência, e não medicar o pet por conta própria", alertou. Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Freepik/Reprodução *Colaborou sob supervisão de Stephanie Fonseca Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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