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26/01/2026

Banco é condenado após idosa fazer dívida durante sequestro relâmpago e ficar com nome sujo

Banco é condenado após idosa fazer dívida durante sequestro relâmpago e ficar com nome sujo

Banco é condenado após idosa fazer dívida durante sequestro relâmpago e ficar com nome sujo

Fonte: g1

Imagem ilustrativa de uma idosa segurando um cartão bancário Freepik/Divulgação/Posocco & Advogados Associados O Banco do Brasil foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a uma idosa, de 87 anos, vítima de um sequestro relâmpago em Santos, no litoral de São Paulo. De acordo com a sentença, obtida pelo g1 neste sábado (24), a instituição manteve o nome dela negativado nos cadastros de proteção ao crédito por uma dívida feita pelos criminosos.

Cabe recurso da decisão. Por meio de nota, o Banco do Brasil afirmou à equipe de reportagem que "irá se pronunciar somente nos autos do processo".

✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O crime aconteceu em 17 de fevereiro de 2023, quando a aposentada foi abordada por dois homens na Rua Bartholomeu de Gusmão, no bairro Aparecida.

Ela foi obrigada a entrar em um carro e, sob ameaças, foi levada a uma agência do Banco do Brasil, onde sacou R$ 5 mil e fez uma Transferência Eletrônica Disponível (TED) de R$ 60 mil em favor de uma correntista de outra instituição bancária. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A mulher ficou com os criminosos por duas horas e meia até a TED ser confirmada.

Depois, foi deixada na rua de casa e obrigada a entregar o cartão de crédito aos bandidos, que fizeram compras que somaram R$ 14,5 mil. Em fevereiro de 2024, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou as duas instituições bancárias envolvidas e a dona da conta que recebeu a TED a indenizar a vítima em R$ 70 mil por danos materiais e morais.

A decisão também obrigava o Banco do Brasil a reconhecer a inexistência das compras feitas com o cartão de crédito da vítima. O advogado da idosa, Fabricio Posocco, do escritório Posocco & Advogados Associados, entrou com uma nova ação após a instituição não cumprir essa sentença.

"O Banco do Brasil persistiu nas cobranças indevidas e manteve a inscrição da idosa nos cadastros de restrição ao crédito, pela suposta dívida no cartão de crédito, atualizada para o valor de R$ 17.167,00", explicou o advogado, por meio de nota enviada ao g1. Extrato de transferência que idosa foi obrigada a fazer na ocasião Arquivo Pessoal Nova condenação Posocco solicitou uma tutela de urgência para a suspensão das cobranças e a exclusão da negativação do nome da idosa nos cadastros de proteção ao crédito, como SPC Brasil e Serasa.

Ele também pediu a indenização por danos morais pela cobrança indevida e pelo desvio produtivo. De acordo com a sentença da 7ª Vara Cível de Santos, da última segunda-feira (19), a idosa apresentou diversas reclamações administrativas sem solução, além de ter tido o crédito negado durante uma tentativa de comprar um celular.

"O tempo do consumidor é um bem jurídico valioso. O desgaste emocional e a perda de tempo vital de uma senhora de 87 anos, submetida a este 'calvário administrativo', ultrapassam em muito o mero aborrecimento e justificam a exacerbação da indenização", afirmou o juiz José Alonso Beltrame Júnior.

O magistrado julgou procedente a ação, condenando também o banco ao pagamento das custas e despesas processuais, além dos honorários advocatícios. "O que se discute aqui não é mais a fraude bancária (já decidida e coberta pela coisa julgada), mas o descumprimento da autoridade da coisa julgada e a prática de um novo ilícito (a manutenção da restrição e a cobrança de um débito nulo)".

VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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24/01/2026

Policiais se distraem e suspeito foge durante abordagem no Ceará; vídeo mostra a fuga

Policiais se distraem e suspeito foge durante abordagem no Ceará; vídeo mostra a fuga

Policiais se distraem e suspeito foge durante abordagem no Ceará; vídeo mostra a fuga

Fonte: g1

Suspeito foge de abordagem policial, que dispara e erra o tiro Um suspeito fugiu durante uma abordagem em uma praça de Santa Quitéria, no interior do Ceará, na última terça-feira (21). Ele aproveitou a distração dos policiais para correr, e um dos agentes chegou a disparar contra ele, mas não acertou.

O homem segue foragido. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Câmeras de videomonitoramento da região mostram dois policiais militares chegando em uma viatura e abordando dois homens.

Os suspeitos ficam de pé, com os braços sobre a cabeça e as pernas afastadas, enquanto são revistados. Em determinado momento, um dos policiais olha para baixo e se distrai, e o suspeito aproveita para fugir.

O agente dispara na tentativa de contê-lo, mas não acerta o alvo. Policial se distrai, homem foge de abordagem e agente erra tiro ao tentar conter suspeito no Ceará Reprodução LEIA TAMBÉM: Ambulância avança sinal vermelho, atropela e mata motociclista em Sobral Mulher dá à luz na calçada de hospital em Fortaleza e recebe ajuda da população "Após a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado", informou a Secretaria da Segurança Pública.

A secretaria afirma que a população pode ajudar a localizar o suspeito, repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser direcionadas para os seguintes meios: o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública; para o número (85) 3101-0181, WhatsApp da pasta, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia; via “e-denúncia”, o site do serviço 181; ou por meio do endereço eletrônico: https://disquedenuncia181.sspds.ce.gov.br/.

Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

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22/01/2026

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

'Perigos invisíveis': saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios

Fonte: g1

Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Freepik/Reprodução Sair para passear é um dos momentos mais esperados do dia para cães e gatos. É quando eles exploram cheiros, gastam energia e interagem com o mundo.

Mas o que para os tutores parece apenas uma caminhada tranquila pode esconder riscos que começam no chão e terminam diretamente nas patas dos animais. No interior paulista, como na região de Presidente Prudente, onde o calor costuma ser intenso durante boa parte do ano, o cuidado precisa ser redobrado.

📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp Em entrevista ao g1, o médico-veterinário André Arruda orientou sobre os principais cuidados que devem ser tomados com as patas dos pets durante passeios ao ar livre: Atenção rigorosa ao horário: É fundamental monitorar os horários de passeio, especialmente em épocas de calor intenso; Temperatura do solo: Em horários específicos, o asfalto e as calçadas podem ficar extremamente quentes; Prevenção de lesões: O contato com o solo em altas temperaturas pode gerar lesões graves e grande desconforto para os pets; Prioridade para períodos frescos: Os tutores devem sempre priorizar os passeios na parte da manhã ou durante a noite; Clima agradável: Nestes horários (manhã e noite), tanto o clima quanto a temperatura do solo são mais seguros e agradáveis para as patas dos animais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O veterinário explicou o motivo no qual o principal erro dos tutores é não observar a temperatura do solo.

“Em horários específicos, o asfalto e as calçadas estão muito quentes. Isso pode gerar lesões e desconforto para os nossos amigos de quatro patas.

[O ideal é] Sempre priorizar passeios pela manhã ou à noite, quando o clima e a temperatura do solo é mais agradável”, orientou André. Ainda segundo ele, as queimaduras nas patas podem variar de leves a graves, sendo divididas em três tipos.

1º Grau: A pata fica avermelhada, inchada e quente ao toque, causando desconforto e fazendo o animal mancar; 2º Grau: Surgem bolhas e áreas úmidas, indicando lesão em camadas mais profundas da pele; 3º Grau: É a mais grave, com perda de tecido e pele escura ou esbranquiçada. Em alguns casos, o pet sente menos dor inicialmente devido à destruição das terminações nervosas.

O médico veterinário André Arruda, de Presidente Prudente (SP), explicou quais os cuidados com as patas dos pets em passeios ao ar livre André Arruda/Arquivo Pessoal LEIA TAMBÉM Batata-doce do interior de SP ganha destaque em pesquisa premiada com o 'Oscar da Gastronomia' Etanol sobe quase 11% nos postos de combustíveis de Presidente Prudente VÍDEO: escorpiões caem de ar-condicionado e quase atingem bebê que brincava dentro de casa em Presidente Venceslau Aulas da rede municipal de Presidente Prudente começam em 9 de fevereiro; confira o calendário de 2026 'Perigos invisíveis' Além do calor, existem ameaças que não são visíveis a olho nu. Parasitas, fungos e bactérias podem ser portas de entrada para riscos invisíveis à pele dos animais durante passeios em grama, areia e locais úmidos.

Um dos problemas mais comuns é o bicho-de-pé, que pode se alojar entre os dedos ou nas áreas mais macias das patas, causando dor e inchaço. A larva migrans, conhecida como “bicho-geográfico”, também preocupa.

“Ela penetra na pele e provoca coceira intensa, vermelhidão em forma de linhas ou trilhas, além de desconforto. O animal costuma lamber ou morder excessivamente a região”, contou o veterinário.

Já as infecções por fungos e bactérias são comuns em ambientes úmidos e podem causar mau cheiro, secreção, descamação e escurecimento da pele entre os dedos. Para o tutor, a principal dica é observar o tempo de melhora da lesão.

“Irritações simples costumam melhorar em um ou dois dias, após a limpeza e o descanso. Quando há coceira intensa, dor progressiva, secreção, mau cheiro ou piora com o passar do tempo, é forte indicativo de infecção ou parasita”, alertou André.

Um risco frequente acontece quando o pet pisa em cacos de vidro, pregos ou espinhos. Mesmo parecendo algo simples, tentar remover o objeto em casa pode agravar a situação.

Outro comportamento que pode parecer inofensivo, mas não é, é a lambedura constante das patas após os passeios. Essa ação pode evoluir para a chamada dermatite por lambedura.

A orientação que o veterinário dá é bem clara e objetiva: "Se o 'pet' machucou a patinha, leve imediatamente ao veterinário". Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Pixabay/Reprodução Mobilidade O cuidado com as patas vai muito além de evitar feridas.

Ele também está diretamente ligado à mobilidade, especialmente em pets idosos. "As patas são a base de sustentação do corpo e qualquer dor, ferida ou inflamação faz com que o 'pet' mude a forma de andar, para aliviar o desconforto.

Com o tempo, essa compensação altera a postura, sobrecarrega outras patas e gera desgaste precoce das articulações. Em animais idosos, isso pode acelerar quadros de artrose, rigidez, dificuldade para levantar, subir degraus ou caminhar por longos períodos", explicou o veterinário.

Segundo André, unhas grandes, calos, rachaduras e infecções crônicas interferem na pisada correta, aumentando o risco de quedas e perda de equilíbrio. "Cuidar das patas é uma forma de prevenção de dores crônicas e perda de mobilidade, especialmente na terceira idade", disse.

Queimadura ou alergia? Muitos tutores confundem queimaduras por calor com reações alérgicas causadas por produtos químicos usados na limpeza de calçadas e condomínios.

Para diferenciar, a queimadura térmica acontece logo após o contato com o chão quente. Os sinais costumam surgir rapidamente, ainda durante ou logo após o passeio: "Geralmente, a lesão é mais intensa nas áreas que tocam diretamente o solo, como os coxins".

Já a reação alérgica ou química, ocorre após contato com produtos de limpeza, desinfetantes ou solventes usados em calçadas e condomínios. Nesse caso, os sinais podem aparecer horas depois, não necessariamente durante o passeio.

Na dúvida, a recomendação do médico é lavar as patas com água corrente, impedir que o animal lamba a região e procurar atendimento veterinário. Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Pixabay/Reprodução Primeiros socorros Se o pet se machucar longe de casa, o tutor deve agir com calma.

O ideal é apenas limpar o local com água ou soro fisiológico, proteger com um pano limpo e evitar que o animal apoie a pata. O que não deve ser feito, segundo o veterinário, é passar pomadas caseiras, pó de café, açúcar, talco, álcool, água oxigenada ou iodo.

"É muito importante o tutor se conscientizar que sempre a primeira opção é levar o 'pet' ao medico veterinário, antes de tomar qualquer medida em casos de emergência, e não medicar o pet por conta própria", alertou. Saiba como proteger as patas dos animais durante os passeios Freepik/Reprodução *Colaborou sob supervisão de Stephanie Fonseca Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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